Há momentos na vida em que necessitamos de mudanças. Isso, geralmente ocorre quando Existem vários caminhos sagrados... Um deles foi feito para nós, encontrá-lo é uma questão de tempo, determinação e fé... Essa é a minha estrada e a de muitos outros... Para conhecer um pouco sobre ela atravesse a Ponte... E um Mundo Mágico se abrirá...
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segunda-feira, 2 de junho de 2014
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
LUA, ÓH LUA....
magia da Lua Cheia
Medicine Wheel Chants.
Mirella Faur
Desde os primórdios da humanidade, quando a Lua era venerada como Deusa, magias eram realizadas debaixo da sua luz prateada. O curto período do plenilúnio – quando o poder lunar está no seu auge – é excelente para qualquer tipo de ritual ou prática mágica.
Em diversas tradições espirituais – antigas e modernas – um pré-requisito importante para rituais, ritos de passagem e cerimônias é a purificação. Esta etapa inicial tem um duplo efeito, além de retirar resíduos e impregnações negativas (pessoais ou do ambiente), ela prepara a mente subconsciente para as mudanças profundas que um ritual eficiente proporciona.
Uma forma simples de purificação é o uso da “água lunarizada”, ou seja, a água exposta aos raios da lua cheia durante algumas horas, dentro de um recipiente de prata ou de um pote de vidro contendo uma moeda ou pedaço de prata. A seguir conserva-se a água dentro de um receptáculo de vidro escuro ou envolto em papel pardo. Antes de usar a água para purificação, convém energizá-la impondo as mãos sobre ela, “riscando” algum símbolo mágico ou rúnico sobre sua superfície e mentalizando sua impregnação com o poder pessoal. A água assim magnetizada poderá ser usada como banho (acrescentando uma infusão de plantas lunares), em rituais, sobre o altar ou para abençoar-se. A bênção pode ser feita tocando os chácras, alguns pontos específicos como: testa, meio do esterno e ventre (bênção tríplice), testa, mãos e pés (bênção quíntupla), ou em forma de pentagrama, tocando a testa, seio esquerdo, ombro direito, ombro esquerdo, seio direito e novamente a testa. No final toma-se um gole da água e pronuncia-se uma oração simples, invocando a luz, proteção e bênção de uma deusa lunar (Arianrhod, Aradia, Ártemis, Chang-O, Coatlicue, Hathor, Hina, Ísis, Ix Chel, Mama Quilla, Selene, entre outros arquétipos). Depois da purificação a água estará pronta para o ritual ou prática mágica, de acordo com o objetivo previamente escolhido.
Nunca é demais lembrar algumas precauções a respeito do uso da magia, que implica na manipulação de forças naturais; mesmo sem serem explicadas ou compreendidas pela ciência, estas forças atuam de forma sutil e eficiente. A definição mais antiga e simples da magia seria: ”tentar mudar as forças e circunstâncias que conduzem ou definem nossa vida”. Os desejos dos nossos ancestrais continuam sendo os mesmos nossos, basicamente proteção, saúde, amor, prosperidade, segurança. A força que determina o sucesso de um encantamento é o nosso poder inato, associado aos elementos da natureza (ervas, pedras, resinas, conchas, sementes), objetos mágicos (bastão, punhal, cálice, caldeirão), a símbolos gravados ou riscados, palavras, gestos e sons, que atuam como catalisadores e pontos de concentração para o alinhamento com as energias elementais, espirituais e para invocar os poderes divinos. Tudo o que existe começa como uma idéia ou forma-pensamento, divina, sobrenatural ou humana, que depois é direcionada pela mente e a vontade para manifestar-se no plano material. O sucesso de um encantamento depende dos seguintes fatores:
1. Desejo firme ou a necessidade premente para conseguir algo previamente definido.
2. Investimento emocional em querer a realização.
3. Conhecimento mágico indispensável para evitar erros.
4. Convicção e confiança na existência da forma sutil, plasmada no plano mental e astral.
5. Saber guardar silêncio.
1. Desejo firme ou a necessidade premente para conseguir algo previamente definido.
2. Investimento emocional em querer a realização.
3. Conhecimento mágico indispensável para evitar erros.
4. Convicção e confiança na existência da forma sutil, plasmada no plano mental e astral.
5. Saber guardar silêncio.
Sem desejo e necessidade a imaginação não consegue movimentar a emoção para prover o encantamento. Sem conhecimento profundo é inútil seguir ”receitas” alheias. Sem a convicção no poder mental que pode conduzir as energias para sua manifestação material, não existe magia. Guardar silêncio preserva a energia, para que seja concentrada no objetivo e evita vibrações contrárias.
A matéria não pode ser criada, nem destruída, apenas mudada sua forma. Podemos criar padrões energéticos que atraem energias e as modelam na forma que queremos ou desejamos, não de forma instantânea, porém paulatinamente, assim como a tecelã cria aos poucos sua tessitura. Precisamos destas treze condições para tecer um encantamento:
1. Definir com exatidão o objetivo, um de cada vez.
2. Seguir a ética mágica, respeitar a lei de ação e reação e a lei tríplice.
3. Definir os elementos que serão usados.
4. Preparar cuidadosamente a mentalização e investir energia pessoal e emoção nas imagens, “vendo” a realização do objetivo, criando assim a mudança mental necessária.
5. Estudar e escolher os detalhes: fase da Lua, horário, local, objetos e elementos, altar para a focalização e irradiação da energia. Lembrar que o poder não reside neles, mas na mente e vontade do praticante.
6. Criar palavras de poder como: frase, canção, poema ou mantra pessoal.
7. Intuir a divindade regente e descobrir como se conectar a ela (por meio de símbolos, invocações, meditação, visualização, oferenda).
8. Seguir o roteiro mágico: purificação (do espaço, oficiantes e participantes), criar o círculo de proteção, pedir a presença e o auxílio dos guardiões, protetores, aliados, divindades.
9. Limpar e silenciar a mente e visualizar o objetivo, impregnando a imagem mental com energia emocional.
10. Ativar o poder pessoal e transferi-lo para os objetos mágicos (usando projeção mental, danças, canção, gestos, batidas de tambor, visualização, movimentos, elementos materiais, palavras de poder).
11. Criar e direcionar o “cone de poder” para o objetivo com gestos, sons, palavras, palmas, gritos, visualização.
12. ”Selar“ o encantamento com uma frase mágica (“que seja assim” ou ”está feito, feito, feito”) ou um mantra.
13. Agradecer às forças invocadas, direcionar o excesso de energia para a Terra, algum projeto ambiental ou espiritual, desfazer o círculo mágico, anotar as impressões e mensagens percebidas.
1. Definir com exatidão o objetivo, um de cada vez.
2. Seguir a ética mágica, respeitar a lei de ação e reação e a lei tríplice.
3. Definir os elementos que serão usados.
4. Preparar cuidadosamente a mentalização e investir energia pessoal e emoção nas imagens, “vendo” a realização do objetivo, criando assim a mudança mental necessária.
5. Estudar e escolher os detalhes: fase da Lua, horário, local, objetos e elementos, altar para a focalização e irradiação da energia. Lembrar que o poder não reside neles, mas na mente e vontade do praticante.
6. Criar palavras de poder como: frase, canção, poema ou mantra pessoal.
7. Intuir a divindade regente e descobrir como se conectar a ela (por meio de símbolos, invocações, meditação, visualização, oferenda).
8. Seguir o roteiro mágico: purificação (do espaço, oficiantes e participantes), criar o círculo de proteção, pedir a presença e o auxílio dos guardiões, protetores, aliados, divindades.
9. Limpar e silenciar a mente e visualizar o objetivo, impregnando a imagem mental com energia emocional.
10. Ativar o poder pessoal e transferi-lo para os objetos mágicos (usando projeção mental, danças, canção, gestos, batidas de tambor, visualização, movimentos, elementos materiais, palavras de poder).
11. Criar e direcionar o “cone de poder” para o objetivo com gestos, sons, palavras, palmas, gritos, visualização.
12. ”Selar“ o encantamento com uma frase mágica (“que seja assim” ou ”está feito, feito, feito”) ou um mantra.
13. Agradecer às forças invocadas, direcionar o excesso de energia para a Terra, algum projeto ambiental ou espiritual, desfazer o círculo mágico, anotar as impressões e mensagens percebidas.
Até que o objetivo seja concretizado, a “magia” será continuada, com visualizações diárias que visem “ver” e “sentir” a manifestação - da intenção e da vontade - como uma realidade já existente. Este “arremate” final irá acrescentar mais energia e acelerar o processo de concretização, desde que o encantamento seja “para o bem de todos e do Todo”, sem prejudicar algo ou alguém.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
A dança da Lua ao longo do ano - Mirella Faur
Desde a antiguidade a Lua exerceu um profundo fascínio sobre a mente e a
imaginação humanas e tornou-se o principal assunto de inúmeros mitos, lendas,
poemas, canções e obras de arte. Considerada por várias tradições e culturas
como o símbolo celeste do princípio feminino, a Lua era a própria Mãe Divina,
invocada em cultos e rituais para promover a fertilidade e assegurar o
crescimento e a nutrição vegetal, animal e humana.
Apesar de a Lua ser comumente considerada um mero satélite da Terra, a
relação Lua-Terra funciona como um sistema planetário binário, no qual a Lua, do
ponto de vista esotérico, exerce um duplo papel. Enquanto uma face está voltada
para o Sol - desta forma conduzindo a luz espiritual, a outra é atraída pela
Terra, pela sua dimensão física e material, sendo assim um símbolo do dilema e
do desafio do ser humano em se equilibrar entre o espírito e a matéria. A Lua
desempenha, portanto, seu papel de mediadora reagindo às energias do Sol e da
Terra e ocasionando entre nós os ciclos de transformações naturais, biológicas e
humanas.
O padrão rítmico da Lua foi o modelo primordial dos calendários em uso pelos
povos primitivos e era relacionado ao ciclo menstrual da mulher e ao movimento
das marés. Um dos primeiros calendários astrológicos conhecidos foi criado pelos
babilônios, baseado no ciclo das lunações e chamado “As casas da Lua”, sendo o
zodíaco considerado o cinturão da Deusa Ishtar. Em inúmeras tradições e mitos
são enumeradas e descritas as fases lunares como personificações da Deusa lunar,
em seu aspecto de Donzela (lua crescente), Mãe (lua cheia) e Anciã (lua
minguante). A própria criação do Universo foi atribuída pelos gregos à dança da
deusa Eurynome, cujos movimentos separaram a luz da escuridão, e o mar, do
céu.
O padrão energético lunar é o primeiro a ser absorvido pelo filho na hora do
nascimento, sendo depois ativado pelo contato com a mãe física e pelas condições
do mundo exterior. A partir do primeiro alento, a influência da Lua natal irá
permear todas as experiências da vida da pessoa, definindo a estruturação e o
desenvolvimento da personalidade.
Enquanto o Sol astrológico representa a individualidade, a Lua revela a
personalidade - a máscara social - e a maneira de responder às experiências e
aos estímulos externos. O processo de autoconhecimento inclui explorar as
profundezas da Lua (da personalidade) para encontrar a luz do Sol (a
individualidade central).
Quando o Sol e a Lua estão em equilíbrio, a combinação
das suas energias permite a integração das frações divididas da psique,
estabelecendo uma união harmônica das polaridades.
A Lua atua como um receptor seletivo das impressões do mundo exterior,
colocando em evidência e selecionando aquelas às quais vamos responder
conscientemente. Observamos a influência da Lua na mutabilidade das nossas
reações às vivências cotidianas, pois ela nos protege e guia, ativando ou
modificando nossos padrões habituais de comportamento. Pela posição da Lua no
mapa natal identificam-se os padrões emocionais, o tipo e a qualidade dos
relacionamentos, a maneira de responder às necessidades próprias e as dos
outros, bem como a expressão ou o bloqueio de talentos naturais como intuição,
inspiração e criatividade.
O elemento do signo astrológico em que a Lua estiver situada no mapa natal
indica a capacidade de autonutrição, os padrões costumeiros da reação instintiva
e o tipo de energia necessária para a adaptação às situações e aos ambientes. A
maioria das pessoas conhece seu signo solar, ou seja, aquele signo do Zodíaco em
que o Sol estava “passando” na data do seu nascimento. No entanto, muitos poucos
sabem qual é o seu signo lunar, importante dado astrológico, principalmente para
as mulheres, cuja energia e ciclos fluem em função dos ritmos lunares.
A mulher que conhece seu signo lunar e que acompanha o movimento da Lua
através de seus signos e fases poderá perceber não apenas suas flutuações de
humor e seus ciclos biológicos, mas também o aumento de sua percepção psíquica e
o aguçamento de sua sensibilidade. Ela poderá assim tirar proveito destas
características, ou ao contrário, proteger sua vulnerabilidade.
Enquanto o Sol gasta um ano para percorrer a Roda do Zodíaco, a Lua a
percorre em um mês, permanecendo em cada signo aproximadamente dois dias e meio.
A passagem da Lua pelo signo solar individual reforça as características do
nativo, aumentando assim o seu poder pessoal. Pedidos, orações, rituais,
afirmações e encantamentos, feitos no dia em que a Lua está no signo solar
natal, serão potencializados e sua realização será facilitada.
A Lua nos signos de fogo propicia uma resposta rápida, entusiasta e uma visão
otimista perante a vida, podendo fluir com as mudanças, sem se apegar aos
esquemas e à rotina. O desafio é representado pela impaciência, as ações
impulsivas e precipitadas, as atitudes egocêntricas e hedonistas.
A Lua nos signos de terra incentiva a busca da segurança e da estabilidade,
do enraizamento e da praticidade. Atitudes, convicções e valores dependem das
percepções sensoriais e do contato com o mundo tangível. Deve ser avaliada e
vencida a insegurança em relação aos sentimentos, às emoções e à aceitação
social e pessoal. Pode ser percebida uma resistência às mudanças e a permanente
preocupação com a realização profissional.
A Lua em signos de ar intelectualiza os sentimentos e as emoções, colocando
em primeiro plano o intelecto e reprimindo ou negligenciando os sentimentos. É
necessário incentivar a expressão e a comunicação, tanto mental quanto
emocional, para conseguir evitar uma dicotomia e um conseqüente desequilíbrio
interior.
A Lua nos signos de água enfatiza a necessidade de vivenciar e lidar com
emoções e sentimentos, procurando evitar a vulnerabilidade afetiva e a
hipersensibilidade. A vida é percebida por um filtro emocional, fato que
exacerba a empatia e dificulta a adaptação às mudanças.
Existem outros pontos lunares “de poder” ao longo do ano. Anualmente, cada
pessoa terá uma lua cheia e uma lua nova no seu signo solar. A lua nova
representa um convite para a introspecção, contemplação e alinhamento
espiritual. Como acontece geralmente próximo ao aniversário, esta fase pode ser
usada como uma preparação para o seu retorno solar (o novo ciclo que se estende
de um aniversário até o próximo).
Já a lua cheia convida para uma celebração e colheita das realizações e
conquistas, bem como uma oportunidade de direcionar a criatividade ampliada para
novas metas. Como a Lua passa por todas as suas fases em todos os signos
zodiacais, é importante também saber quando acontecerão a lua crescente e a
minguante no seu signo solar.
A lua crescente é propícia para iniciar um projeto, mudança ou viagem,
enquanto a minguante representa um momento de reflexão e avaliação das
experiências e dos aprendizados, favorecendo o desapego ritualístico das perdas,
decepções, mágoas e dores.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A LUA NA MAGIA - AS BASES DA MAGIA LUNAR
As influências da Lua:
A lua e suas fases são primordiais em magia.
Quem trabalha com a magia, quem quer fazer o seu ritual de magia deverá sempre conhecer a fase lunar em que se encontra e esperar a fase lunar adequada ao ritual que pretende executar.
Não é por nada que, até os menos crentes ou os totalmente descrentes na magia, não podem negar o facto de a lua exercer influências visíveis no mundo dos factos.
Assim os puramente racionais não podem negar que a lua exerce influências sobre as marés, ou que em fase de lua cheia as maternidades enchem com as mulheres grávidas prontas para dar á luz.
Então se assim é, porque não admitir de vez, que a Lua exerce influencia sobre nós próprios?
Não somos também nós um ser da natureza?
Já pensou de onde vem a expressão “está com a lua!”
Desde sempre que, quem cultiva tem em conta as fases lunares para as suas sementeiras afim de obter uma melhor produção, tem em conta a lua para podar as árvores afim de não prejudicar o seu crescimento. Lá diz o ditado popular que, “em lua cheia, não cortes pau nem veia”.
Em vez de se dizer que tudo isso são crendices ou coisas dos antigos, talvez se deva escutar esses mesmos antigos, pois os seus muitos anos lhes trouxeram a sabedoria da vida.
Essa sabedoria também existe em magia, e ao longo dos séculos tem sido transmitida a quem a quiser ouvir. E Respeitar!
O ciclo lunar:
O ciclo lunar estende-se sobre 29,5 dias e corresponde a uma rotação completa da Lua á volta da Terra.
A Lua não produz luz por si mesma, mas reflecte a luz do sol, daí a lua ter as suas faces diferentemente iluminadas. A que fica virada para o sol reflecte a luz deste, a face oposta fica escura.
Quando a lua vira para a Terra a sua “face escura” estamos em lua nova, quando vira a sua face iluminada, estamos em lua cheia.
Entre a lua nova e a lua cheia: a lua cresce. É a faze crescente da lua.
Depois da lua cheia, a lua decresce: é a fase minguante.
A lua em magia:
Em função das 4 fases da lua, far-se-ão rituais diferentes.
As diversas fases são muito importantes e deverão ser tidas em conta, qualquer que seja o tipo de magia que vai praticar, seja magia branca, magia negra, magia vermelha…
Deve-se trabalhar durante a fase lunar adequada, com convicção, concentração e visualização do resultado que se quer obter com o ritual.
O seu nível de energia deve estar em alta, pois é pouco provável que obtenha quaisquer resultados, pelo menos os que você quer, se o seu nível de energia estiver baixo, ou se o seu corpo estiver debilitado.
LUA NEGRA
Ao contrário do que muitos pensam, a Lua Negra não é um nome mais bonitinho para a Lua Nova. Lua Negra é a denominação dada ao período em que não vemos nenhuma lua no céu, e isso ocorre por volta de três dias antes do 1º dia de Lua Nova Nova.
Durante essa fase de escuridtão total da lua, as bruxas reverenciam as chamadas “Deusas Escuras”, que são na maioria as deusas com aspectos da Anciã, realizando rituais de cura, de adivinhação e de transmutação. (Lembrando que o fato de serem escuras remete ao trabalho com a sombra, e não com artes maléficas. Associar a cor negra à maldade nada mais é do que uma propagação do preconceito contra os negros.)
Com o advento das religiões patriarcais e a invenção da idéia de “cultos demoníacos”, tudo o que era de aspecto sombrio relacionado à Bruxaria era taxado de maléfico. Obviamente, os mistérios da Lua Negra tornaram-se também sinõnimo de horror e malefícios. Surgiram, assim, lendas e superstições sobre demônios e forças malignas e a Lua Negra passou a ser vista como um momento perigoso. Tanto que, até hoje, muitas bruxas acreditam que não se deve mexer com Magia nesses dias. Pura superstição.
É claro que você deve estar mais sensível para esse tipo de coisa durante esse período, não realizando rituais sem conhecimento. No entanto, a Lua Negra é o período ideal para muitas práticas de Bruxaria.
A Lua Negra facilita o acesso aos planos mais sutis e às profundezas de nossa mente. Hoje em dia, esse período é considerado ideal para rituais que visem transformação e renovação.
É compreensível, visto que, somente entendendo e conhecendo o nosso lado mais obscuro podemos nos conhecer por completo, pois é um lado que as pessoas geralmente costumam tentar esconder, ao invés de trabalhá-lo para melhorar sua vida. Entrando em contato com a nossa sombra, encontramos caminhos secretos para o nosso inconsciente.
Se você realizar esse trabalho de conhecimento interior, a Lua Negra poderá ter o poder de criar e destruir, de curar e de renovar, de regenerar e de fluir com os ritmos naturais de forma mais completa. Tudo porque você atingirá a totalidade interior uma maior compreensão de si mesma.
LUA NOVA
O período da Lua Nova é uma ocasião mágica para descansar e refletir, assim como para realizar este encantamento para melhorar sua auto-estima.
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Num dia de Lua Nova, reavive sua aura pingando algumas gotas de óleo essencial de laranja num óleo carreador (ou acendendo um incenso de flor de laranjeira) e vestindo uma peça de roupa lilás ou roxa. Sente-se em frente a uma janela aberta e respire profundamente durante alguns instantes, até acalmar o corpo e a mente. Descanse as mãos no colo, com as palmas para cima, e repita este encantamento:
"No fundo do meu ser, minha alma é minha guia. Deixo de lado meus medos e uma certeza me invade: mereço realizar todo o meu ideal e seguir meu propósito com tranqüilidade. Eu abro meu coração e minha mente para o fluxo de amor universal. Assim seja."
A LUA CRESCENTE:
Momento apropriado para a magia positiva.
É a fase ideal para se chamar as energias positivas e praticar os rituais de prosperidade, de sucesso em empreendimentos, de desejo sexual, de atracção, mudanças positivas.
Os feitiços a praticar nesta fase são aqueles que visam atrair coisas boas para si.
NA LUA CHEIA:
É o momento em que as energias se encontram no ponto mais alto e consequentemente produzem grandes influencias.
Nesta fase se praticam todos os rituais e invocações de magia branca afim de aumentar os poderes psíquicos, extra-sensoriais, sonhos proféticos.
É o momento das iniciações, das consagrações e dos pedidos ás Deidades.
Fase ideal para todas as invocações ás Deusas Lunares, bem como para fazer rituais de fertilidade, e invocações aos espíritos.
Nota: os pedidos para a lua cheia só funcionam nos 3 primeiros dias, pois após, a mesma já começa a minguar…
NA LUA MINGUANTE:
- É o momento de eliminar as influências negativas, desfazer feitiços, quebrar a má sorte, fazer exorcismos, banir tudo o que está mal.
- É o momento apropriado para a magia destrutiva, os encantamentos negativos
A GRANDE REGRA DA MAGIA:
Constrói-se em Lua Crescente.
Destrói-se em Lua Decrescente/minguante.
MNEMOTECNICA:
Para saber se está em fase de lua crescente ou minguante, olhe para a lua e faça um traço “mental” nas duas pontas da lua.
Se fazendo essa linha você obtém um “b”: lua crescente.
Se fazendo essa linha você obtém um “d”: lua decrescente.
MAGIA E POSIÇÃO DA LUA NO SIGNOS DO ZODIACO:
A lua em carneiro:
Boa fase lunar para aumentar a sua autoridade.
Nesta fase invocam-se os Deuses da Guerra.
A lua em touro:
Fase ideal para rituais ligados ao aumento de bens, dinheiro e prosperidade.
A lua em gémeos:
Para feitiços de comunicação. Época favorável para mudanças de casa.
Lua em caranguejo:
Fase para honrar as Deidades lunares, fazer rituais de protecção da casa e de seus haveres, invocar espíritos familiares.
Lua em leão:
Para aumentar seu impacto social, coragem, fertilidade masculina.
Lua em virgem:
Para obter um emprego e aumentar suas faculdades intelectuais.
Lua em balança:
Para aumentar a sua criatividade, seu sentido de justiça, resolver problemas legais, e adquirir equilíbrio espiritual.
Lua em escorpião:
Para resolver problemas sexuais e fazer mudanças profundas.
Lua em Sagitário:
Para favorecer viagens e desvendar verdades.
Lua em capricórnio:
Para aumentar a ambição, sucesso em assuntos politicos e reconhecimento na carreira.
Lua em aquário:
Para aumentar faculdades artísticas e criativas. Para romper com velhos hábitos.
Lua em peixes:
Para favorecer os sonhos e clarividência.
Na magia lunar: o mago, a feiticeira, invocará a lua no seu ritual, a deidade lunar… são rituais poderosos, mas têm que ser feitos na fase lunar precisa.
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