sexta-feira, 26 de agosto de 2011

As 13 avós - Anciãs pela Cura do Mundo

Para quem quiser saber mais sobre o Conselho das 13 Avós.
Anciãs vivas e despertas resgatando a tradição da sabedoria daquelas que caminharam pela vida curando e dedicadas a Paz na Terra.
Heya! Arquétipo de Hécate! Heya, Aquela que canta sobre os Ossos!
Gratidão!
Patricia Fox


* Fonte: http://vidasimples.abril.com.br/edicoes/092/atitude/conteudo_553028...

A voz das avós


Dos quatro cantos do mundo, elas se reuniram para formar o Conselho Internacional das Treze Avós Nativas. Dedicadas a preservar a sabedoria de nossos ancestrais indígenas, caminham com graça na corda bamba entre a política e a espiritualidade



texto José Augusto Lemos | fotos Marisol Villanueva/Grandmotherscouncil.org



União pelos valores mais perenes da civilização: as 13 avós em encontro recente. Vindas de todo o mundo, estas adoráveis senhoras formam uma espécie de ONU das nações indígenas. Legado para as próximas gerações
“VIDA SIMPLES?”, ecoa a senhora lakota Rita Long Visitor Holy Dance. Arregala os olhos e sorri, surpresa com o nome da revista para a qual está dando entrevista. Aí o sorriso desaparece e seu olhar fecha o foco. “Nossa vida é assim mesmo, beeem simples!”, emenda ela, em tom de ênfase, com a cara mais séria do mundo – como se fosse impensável querer viver de outra forma.
Mas complicação é o que não falta para o povo lakota, conhecido por seu Grande Chefe Touro Sentado, guerreiro-xamã que acabou com o general Custer em uma das mais célebres batalhas da história americana. A vitória não adiantou muito. Como praticamente todas as nações indígenas do planeta, os lakotas tiveram território e soberania usurpados a ferro e fogo. Ainda hoje, lutam contra barbaridades como a contaminação das águas de sua reserva, no estado de Dakota do Sul, pela mineração de urânio, espalhando morte e doença.
Rita e sua família desempenham um papel importante na defesa de sua gente. Aos 84 anos, ela viaja pelo mundo todo – junto à irmã Beatrice, dois anos mais nova – representando a tradição, a cultura e a espiritualidade lakota no Conselho Internacional das 13 Avós Nativas, um grupo de mulheres totalmente sui generis. Para ter uma ideia de quem são e do que fazem essas damas, vale a pena ouvir a história desde o princípio.
A visita Acredite ou não, tudo começou com uma aparição sobrenatural. É o que diz Jeneane Prevatt, responsável pela reunião do Conselho. Mais conhecida como Jyoti (“Luz” em sânscrito), Jeneane vem de uma trajetória espiritual eclética, narrada em seu livro An Angel Called My Name (“Um anjo chamou meu nome”, inédito em português). Pós-graduada em psicologia pelo Instituto Jung de Zurique, atravessou um processo radical de transformação praticando Kundalini Yoga com um guru indiano. Com 25% de sangue indígena sob a pele branca, passou a receber visitas do espírito de sua avó cherokee, que a levou a aproximar-se das práticas espirituais dos índios americanos. Acabou tornando-se fundadora e líder de uma comunidade internacional chamada Kayumari, ligada à Igreja Nativa Americana, que tem como sacramento o cacto psicoativo peiote
A visão veio em 1998. “A Mãe Divina me apareceu, anunciando que iria me entregar uma cesta sagrada, onde estavam algumas de suas joias mais preciosas. ‘Estas joias representam linhagens de preces que remontam às nossas eras originais’, disse Ela. ‘Não as misture, não as altere. Proteja-as. Atravesse com elas o portal do milênio e as devolva a mim. Tenho algo para fazermos’.”
As tais joias eram nada menos que certas plantas e fungos utilizados desde tempos imemoriais, como ferramenta de cura e êxtase visionário. Além do peiote, a cesta trazia o cipó amazônico ayahuasca, a raiz africana iboga e os “cogumelos mágicos” dos maias e astecas. Outra peça do quebra-cabeça começou, então, a se apresentar em uma frase mântrica que membros da comunidade Kayumari ouviam cochichar em seus ouvidos: “Quando as avós falarem... Quando as avós falarem...”
O que iria acontecer quando as avós falassem? Nenhuma daquelas pessoas sabia disso ainda, mas diferentes tribos americanas traziam na memória uma antiga profecia, que dizia mais ou menos assim: “Quando as avós das quatro direções falarem, uma nova era estará nascendo”.
África-Brasil O mistério colocou Jyoti em uma nova peregrinação. Até as últimas décadas do século 20, quase ninguém ouvira falar na iboga fora da África Ocidental, onde se consagrara como ingrediente-chave do culto religioso Bwiti. Em pouco tempo, porém, a planta ganhou fama mundial como cura milagrosa para dependentes de heroína, superando todos os índices dos tratamentos psiquiátricos convencionais. Depois de conhecer, no Brasil, a versão cristã da ayahuasca, batizada Santo Daime, Jyoti viajou ao Gabão para encontrar-se com Bernadette Rébiénot, mestre da iboga e conselheira espiritual do presidente de seu país.
“Você tem que fazer isso já!”, respondeu Bernadette, depois de iniciar a nova discípula e esta lhe contar suas visões, sobre a missão de proteger as plantas sagradas e reunir avós detentoras desse conhecimento. Confessando que tinha as mesmas visões, a mestre gabonesa mostrou a Jyoti uma carta que assinara no Peru, junto com os curadores ayahuasqueiros de lá. O documento declarava que os povos nativos tinham todos os direitos sobre suas plantas medicinais, livres de restrições governamentais e de patentes pirateando essas plantas para a indústria farmacêutica.
Em sua viagem seguinte ao Brasil, Jyoti descobriu outra carta, de conteúdo idêntico, nas mãos de Maria Alice Freire, moradora do Céu do Mapiá, comunidade santo-daimista no coração da selva amazônica. Fundadora do Centro Medicina da Floresta – ONG dedicada à pesquisa de plantas medicinais –, Maria Alice assinara uma declaração de princípios com pajés de várias tribos, nos mesmos termos que Bernadette e seus aliados peruanos.
Mulheres globais Jyoti não precisou de mais nenhum toque para transformar a visão em ação. Mesmo assim, demorou três anos para arrecadar o dinheiro necessário para realizar, perto de Nova York, em outubro de 2004, o evento que daria à luz o Conselho. Intitulado Global Women’s Gathering (“Reunião de Mulheres Globais”), o encontro se anunciava com a proposta de “alinhar a sabedoria das mulheres indígenas com a sabedoria das mulheres ocidentais”. Treze avós representavam povos nativos dos quatro cantos da planeta.
Seis norte-americanas somavam as nações lakota, cheyenne, arapaho, hopi, tewa, takelma e iúpique. Completavam o time uma mexicana, uma tibetana, uma nepalesa, uma nicaraguense, a gabonesa Bernadette e duas brasileiras – junto com Maria Alice, vinha Clara Iura, curadora companheira do Céu do Mapiá. Entre as “ocidentais”, despontavam figuras como a escritora Alice Walker, de A Cor Púrpura, a lendária feminista Gloria Steinem e Carol Moseley Braun, primeira negra eleita para o senado dos Estados Unidos.
O resultado pode ser testemunhado no documentário For the Next Seven Generations (“Para as Próximas Sete Gerações”, 2009), que acompanha o Conselho, desde essa primeira reunião, em diversas viagens ao redor do mundo. Inédito no Brasil, mas com trechos disponíveis no YouTube e no site www.forthenext7generations.com, o filme registra desde a empatia imediata entre as Treze Avós até a comoção causada entre a plateia e as estrelas mais notórias do evento.
“Nós focalizamos as semelhanças, não as diferenças. Dessa forma criamos relacionamentos”, afirma Mona Polacca – de sangue hopi, tewa e havasupai, nações do grande deserto que se estende do Arizona ao Novo México –, para explicar como as 13 se entendem tão bem, apesar de tantas diferenças culturais. O principal traço em comum ficou evidente já na programação do Global Women’s Gathering: todas são mulheres de prece – “rezadoras”, na antiga expressão popular brasileira. Três vezes por dia – ao amanhecer, sob o sol a pino e ao cair da noite –, elas se reuniam para oferecer, uma de cada vez, uma oração. Rezar pela paz mundial, pelas crianças e pela cura da Mãe Terra é uma das atividades centrais do Conselho – e, dependendo da orientação da Avó que estiver conduzindo a cerimônia, essa prece pode transformar-se num ritual xamânico de purificação, desencadeando catarse e arrebatamento no público. É o que costuma acontecer, por exemplo, quando a nepalesa Aama Bombo martela seu tambor, invocando a deusa Kali e espíritos da natureza, até entrar em transe.
Prece em ação Aama não utiliza nenhuma das “plantas de poder” contidas na cesta recebida por Jyoti em sua visão. Ao se materializar, a união das Treze Avós revelou-se mais abrangente, abraçando uma espiritualidade universal. As joias da Mãe Divina estão todas presentes: o peiote na cheyenne Margaret Behan, ceramista e terapeuta cujo avô fundou a Igreja Nativa Americana; e os cogumelos na curadora mazateca Julieta Casimiro – além, é claro, da iboga de Madame Rébiénot e da ayahuasca com as duas brasileiras do Santo Daime. Isso não significa que falte espaço para o budismo, religião que prega a abstenção de intoxicantes. Representa essa linha a tibetana Tsering Gyaltong, de admirável currículo na militância. Nos primórdios da invasão chinesa do Tibete, organizou um tumulto feminino destinado a desviar a atenção do exército maoísta, possibilitando, assim, a fuga do Dalai Lama. Também fundou a Associação de Mulheres Tibetanas, rede mundial de exiladas concentradas na defesa de seu país, sua cultura e sua fé. Ao receber as outras 12 Avós em Dharamsala, cidade indiana que abriga a principal comunidade de seus compatriotas refugiados, Tsering as levou para uma audiência com o chefão. Brincando sem parar, o Dalai Lama não perdeu a seriedade. Brindou as visitas com declarações certeiras no alvo das preocupações delas – tipo “rezar é bom, mas não é o suficiente. É preciso agir!”
No jargão das próprias Avós, chama- se “transformar prece em ação”. Outro exemplo encarnado dessa diretriz é a presidente do Conselho, Agnes Pilgrim, eleita por ser, aos 85, a mais velha da turma – e também da dúzia de sobreviventes da nação takelma, original do estado do Oregon. A idade não impede seu ativismo, premiado por universidades e outras instituições pelo resgate da Cerimônia do Salmão, ritual de sua tribo perdido fazia 140 anos. Nessa batalha para proteger o peixe que sempre alimentou seu povo, Agnes conseguiu até levar o governo a remover os diques que impediam o bicho de subir o rio para procriar.
Patrimônio A avó maia-nicaraguense Flordemayo, por sua vez, revela afinidades com Maria Alice. Fundou, no Novo México, o Institute of Natural and Traditional Knowledge (“Instituto de Conhecimento Natural e Tradicional”), ONG etnobotânica muito parecida com o CMF de sua colega amazônica. Entre outros projetos, mantém um Banco de Sementes, para salvaguardar as plantas do risco de virarem todas “comida frankenstein”: alimentos transgênicos. Enquanto isso, a avó de etnia iúpique (vulgarmente conhecida como “esquimó”) Rita Blumenstein pode ser facilmente confundida com a nipobrasileira Clara. Enquanto esta dirige um centro de caridade no meio da floresta, Rita trabalha nos hospitais do Alasca como a primeira curadora xamânica a receber certificado legal para isso. Saúde e educação não poderiam deixar de ser questões-chave para o Conselho, e essas quatro mulheres encontram aqui seu campo de ação privilegiado.
Tais semelhanças confirmam as palavras de Mona sobre a arte do relacionamento. Quando ela reza, termina sempre assim: “Para todas as nossas relações”. Basta passar um tempinho com as Treze Avós para aprender que a frase não é exclusividade de nenhuma tribo – e sim patrimônio das nações indígenas norte-americanas em geral. Significa, para elas, rogar por todos os seres vivos, interligados na teia da Criação. Lembra, é claro, a tradicional oferenda das preces budistas para “todos os seres sensíveis”, que Tsering repete a cada encontro.

As irmãs Rita e Beatrice, aliás, nunca deixam de afirmar que se identificam 100% com o povo tibetano. Assim como este teve seu país tomado à força, os lakotas perderam suas terras sagradas, as Black Hills, num dos episódios mais vergonhosos da história da humanidade. Em 1868, o governo americano assinou um tratado garantindo aquele torrão eternamente para a tribo. Bastou encontrarem ouro para as tropas do general Custer violarem o acordo, motivo pelo qual o acima citado Touro Sentado partiu para a guerra.
Agora, um século e meio depois, Barack Obama procura os descendentes do Grande Chefe oferecendo uma indenização. Mas eles não querem saber dos milhões, nem dos bilhões de dólares do Tesouro Federal: só aceitam receber suas terras de volta. Já a militância das avós lakotas voa mais alto: fizeram o Conselho assinar uma carta ao Vaticano, requisitando a revogação de uma série de bulas papais do século 15, que davam às Coroas espanhola e portuguesa direito de matar todos os “pagãos” que não quisessem se converter ao cristianismo, apoderandose de todas suas propriedades. Passados cinco anos sem resposta, as Avós não perdem a fé, nem deixam de rezar “para todas as nossas relações”. Conforme explica a vovó Rita Long Visitor Holy Dance, “isso inclui até o seu pior inimigo.”
Os espíritos do general Custer e do papa Nicolau V agradecem!
Sábias palavras O que as avós dizem sobre grandes questões da nossa vida
Amor
“Sem ele, qualquer um perde as esperanças e a vontade de viver. O maior desafio na vida é aprender a amar a si mesmo, do jeito que realmente somos, para poder, então, amar os outros.” Flordemayo, Avó maia, Nicarágua (foto acima)

“Quando há pouca comida, eu alimento primeiro meus filhos. Isso, para mim, é amor. Quando você diz que ama alguém, tem que ser para valer. Não saia por aí abraçando todo mundo, cobrindo as pessoas de presentes, dizendo que ama a todos, porque, no fundo, não é verdade.” Rita Long Visitor Holy Dance, Avó lakota, Estados Unidos
Homem e mulher
“As mulheres têm a masculinidade dentro de si e os homens têm a feminilidade. É preciso equilibrar tudo isso dentro de nós quando nos tornamos adultos.” Agnes Pilgrim, Avó takelma, Estados Unidos “Assim como o sol, caminham sempre juntos ao redor do mundo.” Julieta Casimiro, Avó mazateca, México
Prece
“Só estarmos vivos já significa que a prece foi atendida. Rezar é aprender a ter gratidão por nossas necessidades serem atendidas.” Agnes Pilgrim, Avó takelma, Estados Unidos “Expressar uma reza ao poder superior nos conforta e liberta das preocupações de nossa existência mundana.” Mona Polacca, Avó hopi/ havasupai/teawa, Estados Unidos
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Mudança
“O espírito me mandou fazer uma viagem, do cérebro até o coração. Porque eu precisava enxergar através do coração, que me faz ignorar os defeitos alheios, me impede de julgar as pessoas e ensina que não posso mudar ninguém, apenas a mim mesma.” Agnes Pilgrim
Coração
“Sua vibração nos conecta com o universo e o espírito. Deixemos o coração falar por nós, para cercar o mundo de verdade, amor e harmonia.” Aama Bombo, Avó nepalesa

“O lugar onde ocorre a verdadeira comunicação e a compreensão de quem realmente somos. Um lugar de toda clareza, onde tudo se encontra em sua forma pura.” Flordemayo
Mente
“O lugar onde habita a inteligência, mas separado da compreensão da essência de Deus.” Flordemayo “Tem muita força. Nos protege e também pode destruir. Minha mente está sempre trabalhando duro, especialmente quando estou sozinha.” Rita Long Visitor Holy Dance

Deus
“É a Consciência do Universo, como uma poeira que está aí: você não pode enxergá-la, mas tem que estar consciente de que ela está aí.” Rita Blumenstein “O professor que dá motivação para se fazer o bem. Ensina o ser humano a respeitar tudo que está à sua volta.” Aama Bombo
LIVROS Grandmothers Counsel The World, Carol Schaefer, Editora Trumpeter

Terapia Individual: Resgatando o Feminino Essencial

 
A Terapia "Resgatando o Feminino Essencial" tem como fio condutor as psicologias junguiana e feminina, sendo direcionada a mulheres de todas as idades.
A proposta do trabalho terapêutico consiste em ajudar a mulher a reencontrar sua trilha, seu caminho sagrado e sua essência, conscientizando, reconhecendo e integrando-se aos diversos papéis da mulher contemporânea. Possibilita o resgate do potencial criativo, favorecendo a auto-estima, poder pessoal e o amor incondicional do Divino Feminino.

A Terapia "Resgatando o Feminino Essencial" utiliza como instrumento de cura a aromaterapia, os florais, a fitoterapia, os mitos e contos de fadas, a arte terapia, a consciência corporal,  os ritos de passagem, rituais e outros métodos a fim de proporcionar à mulher mais compreensão sobre a sua vida íntima, comportamento e ação no mundo.

É criado um "ninho" protetor onde a mulher se sente acolhida e pode descobrir-se sem medo. Somente assim, ela conseguirá alcançar a sua plenitude. Para isso, é essencial que haja uma confiança entre a terapeuta e o paciente para possibilitar o processo de cura.

Seja qual for à área terapêutica utilizada, relações preciosas são criadas, permitindo que o trabalho terapêutico se realize.  Essas relações se baseiam entre outras coisas, em respeito, discrição e empatia por parte do terapeuta com relação a sua paciente; essas são condições essenciais em qualquer tipo de terapia.   A paciente, por sua vez, sentir-se-á em segurança e poderá abrir-se com maior facilidade, permitindo então ao terapeuta, poder interagir.

Princípios Básicos:

- Proteção: A paciente tem necessidade de um espaço onde se sinta em segurança
física e psicológica.
- Permissão: Para que progressivamente e com a ajuda do terapeuta se autorize a ser e
a agir – como, por exemplo: tomar decisões de mudança de vida.
- Potência: O que então lhe proporcionará felicidade, criatividade, serenidade,
liberdade, paz e outros benefícios.

Estes princípios são fundamentais para a  evolução do processo terapêutico.

Estrutura do Processo Terapêutico:

O Ato de Conhecer: Neste primeiro momento, unindo o embasamento teórico e aspecto intuitivo às sabedorias ancestrais e contemporâneas que reconhecem o Sagrado Feminino, a terapeuta desenvolve um diagnóstico bio-psico-espiritual para reflexão de busca e necessidade individual da paciente, fornecendo o direcionamento do processo terapêutico de acordo com os potenciais explorados, reconhecendo talentos, reencontrando e despertando o Feminino Essencial. A terapia proporciona o equilíbrio entre os aspectos físico, mental e espiritual.

 I Ciclo - O Divino "Eu Sou": No primeiro ciclo trabalhamos os sentimentos que estão guardados, os componentes criativos que até então permaneceram no inconsciente impedindo a realização de certos objetivos, possibilitando o resgate de talentos, a capacidade de cura e coragem para realizar as transformações necessárias através da livre expressão verbal, o falar sem medo de estar sendo questionada. Aqui é feita a "limpeza da alma" que, geralmente, vem acompanhada da necessidade de verbalizar e ouvir as próprias idéias, assim como as referências da terapeuta.

II Ciclo - A Divina Arte e Percepção de Vida: Neste ciclo além de verbalizar e questionar, iniciamos os trabalhos de arte e percepção de vida, utilizando de diversas técnicas artísticas: argila, pintura, mandalas, exercícios de PNL, meditação dirigida, entre outros. Cada Mulher descobre aqui seu ritmo próprio e sua relação com a arte e com os talentos naturais. A arte é um forte canal para fortalecer a auto-estima e despertar a confiança e a criatividade.

III Ciclo – O Templo da Deusa Mulher: As atividades deste ciclo são ligadas a fala, ao movimento livre e a consciência corporal. O movimento e a dança resgatam a ligação da mulher com seu próprio corpo, favorecem a aceitação de seus limites e valorização de suas conquistas. A dança é uma forma muito positiva no processo de cura, é o momento de colocar para fora através dos movimentos do corpo todas as emoções que ainda possam estar guardadas.

A estrutura do processo em ciclos é uma das metodologias aplicadas por Soraya Mariani, sendo flexível, podendo adaptar-se a necessidade, permissão e busca  da paciente.

Importante: Não é possível determinar a duração de cada ciclo. A cada três meses fazemos um novo diagnóstico para o melhor direcionamento do processo e continuidade da terapia.

Atendimentos apenas com horário marcado!
Marque seus horários através do tel.: (11) 2645 1237/ (11) 2645 1236
Atendimentos Presenciais: Consultório na Vila Marina
Para informações via email: ciranddadalua@yahoo.com.br
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Conheça os 10 mais estranhos rituais de passagem

Ritos de passagem são muito comuns em praticamente todas as culturas. Eles existem há muito tempo e são importantes na passagem da adolescência para a idade adulta, estabelecendo o desenvolvimento de uma personalidade mais responsável e madura. Na cultura ocidental, festas de debutantes ou até mesmo festas específicas de algumas religiões são comuns, mas em algumas culturas pouco conhecidas, os ritos podem ser mais estranhos, e até mesmo assustadores. Confira!
10 - Os Índios Algonquinos
Os garotos desta tribo indígena canadense eram levados para uma área separada do restante do povo, e eram enjaulados. Lá, eles recebiam uma dose de uma substância chamada de wysoccan , altamente alucinógena e quase cem vezes mais forte que o LSD. A intenção do ritual era fazer com que os garotos esquecessem todas suas lembranças da infância, para que pudessem se tornar homens. O problema do ritual é que a força da substância é tão grande que muitos garotos perdiam a memória da família e da própria identidade, e alguns até mesmo paravam de falar. Os garotos que mostravam que ainda lembravam coisas da sua infância eram levados para tomar o wysoccan novamente.
9 - O Salto dos Vanatu
Este ritual serve como um rito de passagem e como um ritual de colheita das tribos da ilha de Vanuatu, no Oceano Pacifico. Os garotos das tribos têm que subir em uma torre de 30 metros de altura com cipós amarrados nos tornozelos e se jogar, a uma velocidade de cerca de 72 quilômetros por hora. Quando o "mergulho" é feito corretamente, o garoto deve encostar os ombros e a cabeça no chão. Entretanto, os cipós não são elásticos e um cálculo errado do comprimento da corda pode causar ferimentos sérios ou até mesmo a morte do garoto no ritual, que é feito com meninos de cerca de 7 ou 8 anos. Assista aqui a um vídeo
8 - O Salto de Vacas dos Harmar
Este ritual é realizado pela tribo dos Harmar, na Etiópia, e é feito antes que os homens possam casar. O participante tem que pular por cima de vacas colocadas lado a lado quatro vezes sem cair. O teste é feito com o garoto nu, como um símbolo da infância que ele deixa para trás, e, se passar no teste, o garoto passa a viver com outros homens que passaram no mesmo teste, e fica durante alguns meses supervisionando as vilas do território do seu povo.
7 - A Tribo Okiek
O rito de passagem desta tribo do Quênia é igual para homens e mulheres, e é feito com adolescentes de 14 a 16 anos. A iniciação começa com a circuncisão dos órgãos sexuais, e depois os participantes ficam separados de adultos do sexo oposto de quatro a 24 semanas. As pessoas que participam o ritual têm que se pintar com argila branca e carvão, para ficarem com uma aparência selvagem, e passam a receber conhecimento dos anciãos. Para completar o ritual, as pessoas têm que fazer o som de um instrumento que reproduz o rugido de uma criatura mística que assombra aspessoas durante a iniciação. A circuncisão geralmente é feita com uma lâmina velha e suja que deixa os jovens propensos a infecções. A a circuncisão feminina consiste na remoção do clitóris o que deixa a maioria delas incapaz de sentir prazer durante o sexo para o resto da vida. Caso elas se recusem a passar pelo rito são isoladas do resto da tribo.
6 - Festa das Moças Novas
Esta festa de iniciação é realizada pela tribo Tukuna, que vive na região norte da Amazônia. As garotas começam a participar da iniciação quando menstruam, e ficam durante 4 a 12 semanas em reclusão em um local construído na casa da família com este único propósito. Durante este período, acredita-se que a menina é está no submundo, correndo perigo na presença de um demônio conhecido como Noo. Ao final do ritual, outras pessoas utilizam máscaras e se tornam reencarnações do demônio, e a garota fica durante dois dias com o corpo pintado de preto para se proteger do Noo. Na manhã do terceiro dia, ela pode sair da reclusão, e é levada por parentes para as festividades, em que dançam até o amanhecer. Neste momento, a garota recebe uma lança de fogo e deve jogá-la sobre o demônio. Depois disso, a tribo considera que a mulher pode entrar para a vida adulta com segurança.
5 - A Tribo Okrika
Esta tribo nigeriana realiza o ritual Iria com as garotas, para que elas entrem na idade adulta. Jovens entre 14 e 16 anos são levadas para locais em que recebem alimentos pesados para engordar. Elas também aprendem as canções tradicionais do ritual, que cantam durante vários dias durante o amanhecer. As pessoas da tribo acreditam que as garotas podem formar ligações amorosas com espíritos aquáticos, e por isso têm que cantar as músicas tradicionais antes de poderem casar. No último dia do ritual, as garotas passam próximas à água, com uma mulher mais experiente para levá-las para longe dos espíritos, que querem pegá-las de volta.
4 - Os Aborígenes Mardudjara
Estes aborígenes australianos levam os garotos de uma certa idade à reclusão, onde eles são segurados por um ancião, enquanto outro retira o prepúcio do pênis do garoto sem anestesia. Depois disso, o garoto se ajoelha sobre um escudo próximo a uma fogueira e tem que comer a própria pele crua, sem mastigar. Após isso, ele se livrou da criança, e se torna um homem completo. Depois que a circuncisão termina de cicatrizar, os homens sofrem outra intervenção cirúrgica: o pênis é cortado na parte inferior, próximo aos testículos, e o sangue que escorre deve cair sobre uma fogueira, para purificá-lo, e depois da incisão, têm que se abaixar para urinar, como as mulheres.
3 - A Tribo dos Satere-Mawe
Esta tribo amazonense realiza um ritual de iniciação com garotos que pode ser considerado um dos mais dolorosos da nossa lista. Os jovens da tribo têm que colocar as mãos dentro de uma espécie de luva cheia de formigas-bala, cuja mordida é quase 20 vezes mais dolorida que a de uma vespa. Os garotos têm que dançar com as mãos dentro da luva durante dez minutos, e a dor é tão intensa que o corpo sofre com convulsões, e a dor pode durar até 24 horas. O mais inacreditável é que os homens da tribo repetem este ritual várias vezes durante a vida, para provar a sua masculinidade.
2 - A Caçada dos Matis
A tribo dos Matis, que vivem na floresta amazônica brasileira, realiza quatro testes com os garotos, para que eles mostrem que podem participar das caçadas com os outros homens. Primeiro, os garotos recebem veneno diretamente nos olhos, para supostamente melhorar a sua visão e aguçar os sentidos. Depois, eles são espancados e recebem chicotadas, para depois receber a inoculação do veneno de um sapo venenoso da região. A tribo acredita que o poderoso veneno do animal aumenta a força e a resistência, o que só acontece depois que o participante do ritual sofre com fortes enjôos, vômitos e diarréia. Quando os garotos passam por esta terrível seqüência de testes, são considerados aptos a participar das caçadas da tribo.
1 - A Tribo Sambia
A iniciação dos garotos desta tribo de Papua Nova Guiné começa aos sete anos, quando eles são levados para longe de todas as mulheres, e passam a viver somente com homens pelos próximos dez anos. Durante o início do ritual, a pele dos garotos é furada, para que as contaminações das mulheres sejam retiradas, e eles têm que sangrar pelo nariz (foto acima, a direita) para se limparem. Os garotos também têm que consumir cana de açúcar para estimular o vômito e a defecação, com o mesmo propósito. Após a "limpeza" do corpo, eles consomem sêmen, considerado vital para que eles cresçam e fiquem fortes.
Durante o processo, os garotos são informados sobre as impurezas femininas e seus perigos, e aprendem técnicas de purificação. Quando se casam eles se purificam freqüentemente contra as impurezas da esposa. Eles realizam sangramentos intensos pelo nariz toda vez que a mulher menstrua. No último passo do ritual de iniciação, os jovens têm que remover um pêlo pubiano e entregá-lo para um homem mais velho, que irá colocá-lo no lugar apropriado. Durante este estágio, o homem explica ao garoto que ele não deve ser promíscuo na sua relação heterossexual, senão será executado.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

SÍMBOLOS SOLARES E CAVALOS CELTAS

Símbolos solares

Os celtas viam as forças da natureza como expressões divinas. O sol era um dos fenômenos naturais mais venerados na cultura celta, principalmente por seus atributos de cura (freqüentemente associado à água) e de vida (relacionado à germinação das sementes e crescimento das plantas, particularmente os cereais).




A roda era o símbolo  solar mais freqüentemente associado ao sol. Imagens de rodas eram atiradas na água de santuários como oferendas votivas (como Bourbonne-les-Bains, Gália atual França), e também usadas por pessoas como talismãs. Rodas também eram esculpidas em rochas (como no Vale Camonica, no norte da Itália), em moedas e em tumbas (como na Alsácia). Tiaras e pingentes com rodas foram usados por oficiantes ou sacerdotes em cerimônias na Bretanha (Inglaterra e Gales) e deuses solares foram representados com rodas, carros, cavalos e cornucópias - todos símbolos solares de fertilidade e abundância.
 




Cavalos eram reverenciados pelos celtas como símbolo de virilidade, fertilidade, força, riqueza, status. Também eram associados ao sol e seus atributos de beleza, saúde, força, velocidade, riqueza (abundância) e relacionados com as elites guerreiras celtas.







Deuses celestes celtas e romanos eram freqüentemente representados com rodas, discos solares e cavalos ou carros. Deusas eqüinas como Epona também eram muito cultuadas e associadas a cultos solares, santuários de cura, abundância e aristocracia. Cavalos também eram freqüentemente parte de atividades religiosas e ritos funerários, o que revela a importância e a reverência dada pelos celtas ao animal.









Esse simbolismo já se apresentava na cultura celta desde o período Hallstatt, estendeu-se durante o sincretismo céltico-romano e sobreviveu

nas lendas medievais, particularmente no ciclo arturiano - as fascinantes histórias do Rei Artur e seus "Cavaleiros da Távola Redonda".
Postado por GERGÓVIA Escola de Druidismo e Cultura Celta às 21:14






Cavalos dos celtas
Cavalos de Tronco Celta (Equus caballus celticus): Asturcón (Astúrias) , Pottock (País Basco), Pura Raça Galega (Galiza), Exmoor, Dartmoor, Highland, Connemara e Shetland (Reino Unido).
Bretanha
O Pônei Exmoor é uma das raças eqüinas mais antigas do mundo. Uma espécie pré-céltica, talvez tenha habitado as montanhas e charnecas da Bretanha desde a Era do Bronze. Era bem conhecido dos celtas e romanos, e usado para puxar carruagens.

Um cavalo pequeno, de pêlo marrom, ossos largos e pescoço grande, o Pônei Exmoor é forte, ativo e resistente ao clima inóspito das montanhas e a várias doenças eqüinas. Mas teve sua sobrevivência ameaçada de extinção nos últimos séculos. No início do século XIX, a espécie quase se extinguiu devido a cruzamentos realizados para “melhorar” a raça. E durante a Segunda Guerra Mundial, a região de Exmoor se tornou área de treinamento para as tropas inglesas, que praticavam tiro em alvos vivos, inclusive nos pôneis. Muitos pôneis também foram roubados de fazendas e levados para as cidades para alimentação de famintos.
Desde a década de 80, felizmente, esse quadro tem mudado. Muitos criadores têm investido na preservação da espécie, com o apoio de associações como a Exmoor Pony Enthusiasts, a Exmoor Pony Society e a Exmoor Ponies in Conservation.

Península Ibérica


O cavalo domesticado já era usado na Península Ibérica antes mesmo do Neolítico. Em tumbas de guerreiros no sul da Península, achados arqueológicos apontam para a possível existência, na Idade do Bronze, de grupos de guerreiros que combatiam montados. A infantaria do período também fazia uso de alabardas, que são armas próprias para derrubar cavaleiros. Freios, ferraduras e armas de ferro datando das invasões celtas (séc. X e V a.C.) também revelam o uso de cavalos por esses povos.
Homero na Ilíada (Canto XVI), Tucidides e Xenofonte (séc. IV a.C.), Estrabão (séc III a.C.), Políbio (séc. II a.C) e Tito Lívio (I a. C) fizeram menção aos cavalos ibéricos.

Raça de cavalo nativa do Norte de Portugal, o Garrano é utilizado há muitos séculos como animal de carga e trabalho. Já no Paleolítico encontram-se pinturas rupestres com representações de cavalo com configuração e estatura muito semelhante ao Garrano atual. Estes cavalos, cruzados depois com os pequenos cavalos dos celtas, resultaram no cavalo que é conhecido atualmente como “tipo celta”: pêlo de cor castanha, com rabada e crina preta, cabeça de perfil reto ou côncavo, pequeno, não ultrapassando 1,35m (e sendo por isso considerado um pônei).



O Garrano, propriamente dito, é a mais antiga raça por entre as raças irmãs celtas do norte da Península Ibérica, nomeadamente o Cavalo do Monte da Galiza, o Asturcón das Astúrias ou o Potrok Basco.
A palavra garrano se origina da raiz indo-europeia gher, que significa "baixo, pequeno". Daí também se originou guerran, a palavra galesa para “cavalo”. Na Inglaterra, usa-se a palavra pony; na Irlanda, gearron; na Escócia, garron e em Portugal, garrano.
Oriundo das regiões do Minho e Trás-os-Montes, o Garrano habita em estado semi-selvagem nas regiões serranas do Geres e da Cabreira, bem adaptado às zonas frias e úmidas das montanhas. Assim como sua contrapartida inglesa Exmoor, o Garrano também é uma raça protegida, devido ao risco de extinção a que esteve sujeito até pouco tempo atrás. É um animal trabalhador, inteligente e muito dócil com crianças. Também é muito utilizado atualmente em “travado”, um tipo de corrida popular em sua região de origem.






terça-feira, 5 de julho de 2011

O QUE É UM XAMÃ? E DE ONDE SURGIU ESSE TERMO? - ALBERTO JUNIOR

Segundo o Livro de:
Kegan Paul, Trench, Trubnor, 1985"
"Em todas as línguas tungus, esse termo (saman) refere-se a pessoas de ambos os sexos que dominaram os espíritos e que podem introduzí-los em si mesmos quando quiserem, usando seu poder para interesses próprios ou principalmente para ajudar pessoas que sofrem assédio dos espíritos."

Os xamãs tem o poder então de se comunicar e interagir com os espíritos da natureza e dos seus antepassados, em prol da tribo ou da sua comunidade, com o objetivo de curar uma pessoa doente ou possuída por espíritos maléficos. Ele pode também interagir com as forças e energias ocultas e vivas na natureza.

A velha religião era uma Religião de êxtase. A arqueologia nos comprovam com desenhos e figuras humanas com olhos arregalados de assombro, seres humanos dançando com animais selvagens, alçando vôo com pássaros, dividindo domínios aquáticos com os peixes e as serpentes. Estas práticas religiosas e ritos xamânicos que sobrevivem até os dias de hoje entre povos indígenas também indicam experiências de êxtase religioso, danças, tambores, cânticos, que reencenam os mitos primevos da criação e induzem ao transe. 

Talvez o Xamanismo tenha sido a religião única de nosso passado, foi praticado em todo nosso globo. Apesar de suas práticas sejam um pouco diferentes, o seu conteúdo e sua prática são muito parecidas ou seja mais ou menos iguais.

 
Xamanismo é uma arte de promover, Equilíbrio, Harmonia e Saúde psico-fisicas, através do estado de êxtase ou da expansão da consciência, que o Xamã adquire após longos períodos de treinamentos e iniciações.

O Termo Xamanismo, também hoje em dia é utilizado para definir determinadas práticas espirituais e ritos religiosos, proto-históricos, e primitivos. Estas práticas tem em comum o culto a Natureza, e estão divididos em diversas modalidades tais como:
 
Xamanismo dos aborígines (índios) siberiano.

Xamãs de tribos indígenas de todas as América.

Os adeptos da Religião Celta, o Druidísmo, e a tradição familiar de Bruxaria ou Wicca como ficaram sendo conhecidos hoje em dia, cultuadores da Grande Mãe Natureza. Estas civilizações que povoaram toda Europa, tiveram seu primeiro apogeu em torno de 9000 anos antes da era Cristã.

Ainda temos as práticas dos povos Aborígines da Índia como o Povo Drávida ou Tantrico que tiveram seu apogeu em torno de 10000 anos antes da era cristã.

Dentre muitos outros povos aborígine da antigüidade.

As mais antigas obras de artes datam de 35.000 a 10.000 anos antes da era cristã. Estas imagens representam figuras humanas de mães, e foram chamadas de Vênus pelos arqueólogos, esculpidas em osso, marfim e pedra ou moldadas em barro, foram encontradas por toda a Europa e na África. Estas pequenas estatuetas com grandes ventres, seios repletos e volumosos, coxas grossas, eram representações de Deusas Mãe, A Velha Religião assim como e chamada o Culto de origem matriarcal, que antecede os cultos patriarcais, mas este assunto abordarei em uma outra oportunidade, também era uma religião de Êxtase.
 
Texto: Alberto Junior

O Antigo e Primitivo Poder da Magia - Por Alberto Junior

                                       
A palavra magia deriva das raízes persas e gregas, magus e magos, termo para designar o sábio. Mag. ë a raiz lingüística da palavra, magia, significa igualmente a força e a grandeza. A pratica da magia não pertence a nenhuma cultura, sociedade ou tribo, ela e parte integrante da sabedoria universal. Os operadores da magia, através dos milênios e séculos, e em todas as filosofias e culturas desempenharam papeis similares. Foram chamados de, bruxas, xämas, sacerdote, sacerdotisas, sábios, feiticeiros, místicos ou curandeiros. Possuíam aptidões para curar os doentes, assistir nos partos, semear a terra, manejar o rebanho, estudaram as influencias das estrelas e dos planetas, conheciam os segredos da terra, e os poderes da luz, construíam templos e cômoros sagrados. Em todas as culturas possuem seu mago ou visionário. Prova disso poderemos encontrar, nas historias dos povos da, Índia, Sumeria, Tibete, Oriente Médio e na Sibéria.

Na Europa eles apareceram como os Druidas, as sacerdotisas e os sacerdotes da raça celtica, os Celtas também possuiam a tradição familiar de Bruxaria, cuja a verdadeira idade e origem de seu povo estão envoltas nas brumas da Historia. A migração do povo celta, difundiu a sabedoria, magia e religão por toda a Europa.. Na arte, cultura, e metalurgia, poesia, esculturas e literatura, leis e costumes sociais, deixaram uma grande marca na cultura européia. Os seus costumes, tecnológico e espirituais muitos Bruxos e Magos modernos utilizam seus ensinamentos. Os celtas inventaram o arado de tração, os sistemas de campos retangulares e a rotação de culturas, assim como a teoria sobre a imortalidade da alma e a reencarnação.

As raízes da magia, com certeza viveu uma idade de ouro, onde a única tradição primordial aportaram logo após a destruição de atlantes, onde puderam ser reconstituídos, pêlos sábios, os antigos ensinamentos. No decorrer dos séculos e milenios a ciencias dos magos, sofreram persequicöes, e proibições. Milhares de pessoas foram sacrificadas, queimadas, crucificadas vivas. Prova disso foi a chamada santa inquisição , ou aqueles que matavam em nome de Deus, os lideres religiosos comandaram uma enorme cruzada de Sangue, a comando da Santa Igreja Católica. No mediterrâneo os religiosos Islâmicas, Muçulmanos, Indianos entre outros povos brigam a milênios, também matam para defender seus pontos de vistas, muitas vezes ate indo contra as suas propias escrituras sagradas, deturpando seu compreendimento e seu significado.

 

Os operadores da magia possuiam uma tradiçäo secreta, que so os iniciados tenham acesso aos conhecimentos e mistérios da magia. Magia uma tradição que a milênios transmite seus incinamentos ao pê do ouvido ou seja secretamente. Após a santa inquisição estas ordens secretas ficaram muito mais difíceis de se ingresar. Foram fundadas varias ordens iniciaticas e pequenos grupos que se reuniam para a pratica de magia. Os ensinamentos eram transmitidos de pai para filho, de mestre para discípulo. Muitas ordens secretas e filosoficas mantiveram muitos ensinamentos vivos ate os tempos modernos.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

ARTE DA BRUXA

Jardinagem da Bruxa
Plantando suas ervas preferidas
Realmente fantástica esta idéia para a Bruxa!
Descobri isto a umas semanas atrás, e não via a hora de postar…
Primeiro entra a reciclagem, segundo é poder ter dentro de casa (para quem mora em apartamento, é maravilhoso), e terceiro é poder ter as ervas preferidas.
Esta idéia vale a pena comprar se não tiver para reciclar. Um sapateiro (porta sapatos de pendurar) que se compra em lojas de R$1,99!
Nem preciso escrever como se faz, a foto diz tudo…
Sapateira (não esqueça de fazer furinhos para vazão da água), adubo, terra e mudas das ervas que preferir; plantar e ter sua jardineira e horta vertical.
Reciclagem ecológica utilizando calhas e criando um jardim vertical também achei que é brilhante!
Caso você tenha um quintal, veja que ideia maravilhosa, nem ocupa espaço.
Agora não tem desculpa para não ter uma hortinha em casa, com ervas fresquinhas e temperos para colher na hora do preparo da comida.
Espero que tenham gostado, pois eu amei.
Beijos e boa plantação!

Fonte: Recebi por E-mail